quinta-feira, 19 de julho de 2012

DICAS: Participação dos alunos especiais


Participação


• A criança DV (deficiente visual) deve ter conhecimento do espaço da sala de aula (de onde estão os materiais: livros, cadernos, lápis, mochilas). Todas as mudanças na orientação espacial da sala devem ser, sempre, informadas.

• Não se devem fazer modificações estruturais, como corrimões especais, cordões de condução, ou mesmo “facilitar” a vida do DV – por exemplo, ajudando-o a comer, calçando seus sapatos -, uma vez que ele pode ultrapassar os obstáculos com seus próprios recursos táteis, auditivos, olfativos, etc. Não se esqueça de que, fora da escola, há um mundo no qual ele deve viver, criando suas próprias soluções.

• Procure, sempre, fazer atividades fora da sala de aula com os seus alunos. Como por exemplo: desenhar e descrever paisagens, fazer gincanas, passeios. Todas essas atividades vão ajudar a descontrair os alunos, principalmente, aqueles que apresentam um comportamento muito agitado todo o tempo.

• A equipe escolar deve conscientizar os pais de alunos com necessidades educacionais especiais, de que essas crianças devem participar de todos os eventos e atividades da escola. Muitas crianças são impedidas de fazer educação física, comprar lanche na cantina ou participar de uma peça de teatro ou de dança. Ao contrário disso, a proposta é que tudo o que for feito na escola tenha em vista todo o grupo.

• Não faça concessões aos alunos com necessidades educacionais especiais. Aja com eles do mesmo modo como age com os outros alunos. Para todas as crianças devemos, em caso de transgressões ás regras sociais e ás da escola, aplicar medidas socioeducativas.

• A interação social entre as crianças não deve terminar na porta da escola. Para fortalecer os vínculos entre elas, os professores, os pais, as autoridades e outros agentes de fora, a escola pode organizar situações para interação social fora da escola.

• Sobre a sistematização dos conteúdos, muitas vezes, o deficiente sentirá dificuldade em realizar a atividade por não conseguir interpretar o enunciado ou as instruções do exercício. O professor deve usar um vocabulário mais simples ou que vá até ele e explique o significado das palavras.

• Quando a atividade for uma dramatização, a participação do aluno especial, também, poderá ocorrer, desde que não lhe seja oferecido um texto de fala, ou um personagem que lhe causará constrangimento por não conseguir sair-se bem devido as suas limitações. A professora pode oferecer personagens com falas menores ou pouca locomoção. Caberá à professora saber a melhor forma de colocar o aluno especial na atividade.




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